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A Seleção de Una voltou a campo no último domingo (13) pela 3ª rodada da 4ª Copa CIMA de Futebol, enfrentando fora de casa a equipe de Mascote. Em mais uma atuação abaixo do esperado, Una acabou derrotada por 2 a 0, agravando ainda mais sua situação no grupo.

Com três jogos disputados, a equipe acumula três derrotas, sete gols sofridos e nenhum marcado — números preocupantes para uma seleção que ainda não conseguiu mostrar a que veio nesta edição da competição. A desorganização tática, especialmente no sistema defensivo, e os erros repetitivos em lances de bola parada são pontos que merecem atenção redobrada. Não podemos deixar de mencionar o setor de ataque, que, mesmo com raras chances de gol, ainda desperdiça oportunidades claras. Se essas chances fossem aproveitadas, talvez os resultados em campo fossem mais positivos.

O técnico Juninho Pala, que assumiu a missão de comandar a equipe nesta campanha, começa a ser pressionado por parte da torcida e até por membros do próprio ambiente esportivo local. A cobrança recai sobre a falta de um padrão de jogo claro, as escolhas táticas questionáveis e a dificuldade do time em reagir nos momentos de adversidade. Há quem defenda que uma mudança no comando técnico pode ser necessária para reverter o cenário.

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Outro ponto que gerou grande repercussão foi a atuação do goleiro Babão, contratado a pedido do próprio treinador. Apesar de ser reconhecido como um bom goleiro, Babão demonstrou nervosismo excessivo em campo, o que contribuiu para o desequilíbrio emocional da equipe. Em um momento polêmico da partida, o arqueiro quase foi expulso após agredir um jogador de Mascote fora do lance. A arbitragem optou por não aplicar o cartão vermelho, mas o episódio gerou duras críticas por parte da torcida e da imprensa local.

Além das dificuldades técnicas, também surgem problemas extracampo que comprometem o desempenho coletivo. O Portal Bola na Rede obteve informações exclusivas de que alguns atletas da seleção de Una foram vistos em um bar na noite anterior à partida, tendo deixado o local por volta das 6h da manhã de domingo — poucas horas antes da viagem para Mascote. Atitudes como essa levantam sérias dúvidas sobre o comprometimento de certos jogadores com a camisa da seleção.

É importante ressaltar que a Prefeitura Municipal de Una, por meio da Diretoria de Esportes, representada pelo Diretor Luziano, tem feito sua parte: vem oferecendo todo o suporte logístico e estrutural necessário para que os atletas possam desempenhar um bom futebol. Transporte, alimentação, uniformes e condições básicas estão sendo garantidos com esforço, responsabilidade e dedicação da gestão municipal.

Diante disso, torna-se ainda mais preocupante perceber que, mesmo com esse suporte, alguns jogadores não têm valorizado o alto investimentos feitos e não demonstram o compromisso que o momento exige. Falta seriedade, falta foco e, principalmente, falta respeito com a camisa que representam. Espera-se agora uma postura mais firme por parte do treinador Juninho Pala, que precisa promover uma conversa franca com o grupo e identificar quem realmente está comprometido com o projeto.

Ainda restam três jogos, e todos são decisivos. O próximo desafio é justamente o confronto de volta contra Mascote, no Estádio Municipal de Una. A partida representa não apenas uma oportunidade de reabilitação dentro da competição, mas também um teste de postura, seriedade e honra.

A Seleção de Una precisa reencontrar seu rumo. E o momento de mudança começa agora.